<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238</id><updated>2012-02-16T10:34:15.612-08:00</updated><title type='text'>Folha Peregrina</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-429333065753766371</id><published>2012-02-08T18:07:00.001-08:00</published><updated>2012-02-08T18:07:53.960-08:00</updated><title type='text'>10 anos de uma Dinastia, uma década de uma Instituição Micronacional</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Na wikipedia, família é definida como&lt;em&gt; &amp;quot;um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimônio ou adoção&amp;quot;.&lt;/em&gt; Pois há exatamente uma década, em 09 de Fevereiro de 2002, surgia uma família micronacional, que sem medo ouso dizer que transcendeu tudo isso. Há 10 anos surgia a gens Peregrina, hoje Dinastia Peregrina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Surgida de um então jovem micronacionalista, aquele núcleo familiar logo se destacou, sendo o primeiro a constituir um completo web site e ambiente próprio de comunicação. Aquela família, após cerca de oito meses, surgia como o núcleo do Reino da Itália, uma das mais tradicionais e ativas micronações lusófonas. Os Falcões Peregrinos alçavam seu irresistível vôo rumo à Glória e à Honra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Cada Peregrino é mais do que membro de uma família micronacional, ele é defensor, antes de tudo, de uma idéia de micronacionalismo, de uma crença inquebrantável de que a lusofonia é uma ideologia possível, de que a prática micronacional não morrerá, mas se reinventará, e lá estarão estes falcões, prontos a levar esta idéia a efeito, a todos os cantos, a todos os corações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Passados 10 anos desde sua criação, a Família Peregrina passou à maior Dinastia reinante da lusofonia, presente nos tronos do Reino da Itália, do Sacro Reino de Pathros e do Império Alemão, além de ter representantes também no Sacro Império de Reunião e no Principado de Sofia. A Dinastia Peregrina não é mais apenas uma família, é uma verdadeira instituição micronacional lusófona.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É assim que, como patriarca dos Peregrinos, saúdo meus filhos, irmãos, netos, bistenos e&amp;#160; trisnetos, é desta forma, certo do dever cumprido, que cumprimento a cada um dos grandes Falcões da lusofonia pela sua coragem, determinação e por sua honra. Vocês a cada dia honram o peso glorioso deste sobrenome, a cada dia vocês ajudam a escrever os próximos capítulos desta história plena de vitórias e inscrevem seus nomes como verdadeiros guerreiros na defesa do micronacionalismo lusófono.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em nossa Casa, é bem conhecida a política Peregrina que diz: &lt;em&gt;&amp;quot;Enquanto enfurecidos os cães latem presos ao solo, os Falcões voam seguros e soberanos na paz e imensidão dos céus.&amp;quot;&lt;/em&gt; Pois assim continuemos por outras décadas, determinando nossas ações sempre pela altivez, jamais à traição, agindo em defesa da honra e nunca contra ela, trabalhando em favor deste hobbie e jamais em desfavor dele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Durante 10 anos demos nossa energia não apenas por nossas nações, mas também por toda a lusofonia, e estou certo de que continuaremos esta missão. Mais que micronacionalistas, mais que membros desta ou daquela Nação, acima de tudo nós somos Peregrinos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Longa vida a Dinastia!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Longa vida às Nações da lusofonia!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus.&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina      &lt;br /&gt;09 de Fevereiro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-429333065753766371?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/429333065753766371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2012/02/10-anos-de-uma-dinastia-uma-decada-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/429333065753766371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/429333065753766371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2012/02/10-anos-de-uma-dinastia-uma-decada-de.html' title='10 anos de uma Dinastia, uma década de uma Instituição Micronacional'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-3284606505150587933</id><published>2012-01-19T20:52:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T20:52:50.196-08:00</updated><title type='text'>Quando a lealdade se tornou “líquida”</title><content type='html'>&lt;p&gt;Imagine uma gestante, pronta a dar a luz, começam as dores do parto e a medida que estas aumentam ela grita: “-EU DESISTO!” Qual seria sua reação a respeito? Mais ainda, qual seria a sua surpresa ao testemunhar uma cena, a princípio tão insólita? Afinal, desistir de um parto seria o que? A morte da mãe ou da criança?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim, por que faço essa pergunta? Simples, por que especialmente hoje parece mais fácil desistir de uma boa luta do que continuar. Se algo está errado com sua Nação o que você faz? Oras, muda de nação, simples assim! E o melhor, ainda leva junto os títulos do país anterior. Simples assim? Não exatamente, pois se leva o título mas se abandona a honra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Calma, não se exaspere! A questão é mais simples do que parece, se trata afinal de conservar em si um senso de comunidade, um espírito segundo o qual não é possível abandonar seu país, mas ficar com ele até o fim, aconteça o que acontecer. Loucura? Não! Lealdade no sentido mais simples e ao mesmo tempo completo da palavra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O micronacionalismo, de modo geral, parece ser o &lt;em&gt;locus&lt;/em&gt; da lealdade volátil, basta que as coisas se aqueçam um pouco e aquele guerreiro pronto a tudo enfrentar em nome de seu país, simplesmente foge. Usando das belíssimas metáforas de Zygmunt Bauman, é uma autêntica lealdade “líquida”, totalmente adaptativa não às ordens da Nação mas ao simples interesse pessoal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Interesse pessoal, de conservar títulos, cargos, receber favores. Interesse pessoal em partir sempre para o lado que estiver “mais forte”, afinal, para muitos ideologia simplesmente é uma palavra morta no dicionário. E assim, aquele Schettino abandona sua micronação, seu povo, seu líder tudo por que não crê num porvir, recolhe-se simplesmente à certeza de que o navio está adernando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim, abandona-se um país como um comandante que falhando às suas obrigações, abandona o navio. Talvez essa transitoriedade que o micronacionalismo contempla acabe sendo refúgio para aquele que não vê sua micronação – DE FATO – como seu país, que não vê seu governante – DE FATO – como seu líder. Abandona a Nação não por que está encerrando sua vida micronacional – o que é bastante digno e admirável –, mas por que encontrou vantagens melhores em outras paragens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lealdade, responsabilidade e coragem, caro leitor, não são apenas palavras, são perspectivas, sustentáculos de uma hombridade que não foi solapada pela conveniênia, provas de que acima do “eu” ainda existe o “nós”. No micronacionalismo, como em qualquer outro ambiente da vida, talvez valha à pena recordar, quando tudo parecer perdido, as palavras fortes e providenciais do oficial da capitania dos portos da Itália, Gregorio Maria De Falco, que disse: “-VADA A BORDO, CAZZO!”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-3284606505150587933?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/3284606505150587933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2012/01/quando-lealdade-se-tornou-liquida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3284606505150587933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3284606505150587933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2012/01/quando-lealdade-se-tornou-liquida.html' title='Quando a lealdade se tornou “líquida”'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-9056556449854303148</id><published>2011-11-05T08:55:00.001-07:00</published><updated>2011-11-05T08:55:21.924-07:00</updated><title type='text'>Diplomacia e atividade micronacional: muito além do senso comum</title><content type='html'>&lt;p&gt;Olhe à volta, quantas micronações você vê na lusofonia? Certamente poucas, aliás, pouquíssimas. Se reparar cuidadosamente a história desse hobbie em nosso grupo linguístico deverá ser claro que tal cenário, muito mais do que uma mudança no perfil do internauta, é fruto de relações mal construídas, política diplomática equivocada e um certo nível de inabilidade ou mesmo ingenuidade na condução do Estado micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em outras edições deste periódico sem periodicidade, destacamos como, por exemplo, a diplomacia micronacional é feita a tapas, quando deveria ser feita de modo racional. Como se diz, Estados são criações humanas, porém nem por isso são, aqueles, humanos. Não podemos perder o foco, o pragmatismo e acima de tudo o profissionalismo necessário para perceber, de modo claro, que mesmo no universo micronacional, o Estado Nacional tem uma agenda própria que independe do orgulho ou do que sente este ou aquele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A capacidade do conflito como gerador de atividade é totalmente limitada, é o que seria conveniente destacar como um crescimento “não sustentável”. Da mesma forma, qualquer atividade baseada apenas em relações pessoais, ou pior, personalista, tende a não se sustentar, colocando toda a Nação em risco das chamadas “crises”. Assim, seguindo o bom e velho ditado popular: “&lt;em&gt;nem muito ao céu, nem muito ao inferno&lt;/em&gt;”. Equilíbrio ainda é a palavra chave para sustentar uma Nação de modo estável, e que independa de movimentos periféricos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se uma Nação depende da atividade de outra para a sua, é fraca. Se um Estado precisa da intervenção em outro para garantir o seu nome, é igualmente fraco. É forte o Estado Nacional que depende de si, de sua própria dinâmica, um Estado que, portanto, seja capaz de validar-se no valor da sustentabilidade de sua atividade. Isso pressupõe, entre outros, a diversificação dos motores que geram a movimentação nacional, não é permitido vícios de atividade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Da mesma forma, uma Nação não pode depender deste ou daquele indivíduo singularmente ativo, mas sempre do conjunto e, acima de tudo, da vontade de seu Chefe de Governo e Chefe de Estado. Basear a atividade micronacional de forma personalista, identificando-o sempre aos mesmos atores, pode se mostrar um erro capital para o país. Assim, mais do que atividade numérica, a Nação deve trabalhar para consolidar uma atividade de grupo, uma movimentação que se mostre plural sobre os elementos que dela participam.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Intervencionismo, polemizações, personalismos são verdadeiros cânceres que tem levado a termo várias micronações lusófonas, muitas das quais, até seu fim, julgavam-se em posição inatingível. É urgente aos Estados Nacionais que, na lusofonia, pretendem sobreviver, promovam uma completa reordenação de seu quadro diplomático construindo uma nova relação com as demais Nações, bem como que entendam a atividade como um conceito amplo e que, igualmente, depende de ações amplas para sua promoção e não apenas de fatos isolados, de movimentos externos ou intestinais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O micronacionalismo é mais do que disputas externas, transcende a relação meramente pessoal, ele se estabelece na formação de uma sociedade complexa. Se, como dissemos em outra edição, a diplomacia micronacional não pode ser realizada a tapas, também o hobbie, como um todo, não poderá se sustentar de igual forma.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-9056556449854303148?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/9056556449854303148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/11/diplomacia-e-atividade-micronacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9056556449854303148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9056556449854303148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/11/diplomacia-e-atividade-micronacional.html' title='Diplomacia e atividade micronacional: muito além do senso comum'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-1812841929201810811</id><published>2011-08-24T18:28:00.001-07:00</published><updated>2011-08-24T18:28:48.805-07:00</updated><title type='text'>Cidadania de papel, lealdade efêmera: o estranho patriotismo micronacional</title><content type='html'>&lt;p&gt;Após quase 10 anos neste inebriante e ao mesmo tempo deliciosamente perturbador hobbie, há uma faceta micronacional que ainda escapa a uma explicação que satisfaça: a extrema volatilidade do sentimento de apego a pátria micronacional. É um tanto desconcertante a forma totalmente natural com que se altera a própria microcidadania.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim, no macromundo não é exatamente uma tarefa simples mudar de cidadania, se trata de um procedimento burocrático considerável, mesmo nos casos em que é permitida a dupla-cidadania, como no caso da República Italiana macronacional e seus descendentes. Se você nasce brasileiro, dois sentimentos, ou ainda, duas experiências correlacionadas se colocam: o patriotismo, que pode ser resumido como um sentimento pessoal de apego à terra de origem, e o nacionalismo, que se trata, grosso modo, do sentimento de pertencimento a uma realidade social comum estabelecida na cultura, história e geografia comuns.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas e no micronacionalismo, como essa relação de cidadania e lealdade para com a pátria se estabelece? Mais ainda, será que essa lealdade sequer existe? São perguntas que não esgotam seu valor, aliás, que se colocam como dilemas de ordem ética e também moral, partindo do pressuposto de que seja, essa última, um elemento social, coletivo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No micronacionalismo é de uma facilidade assustadora a transição da microcidadania. Um dia você é cidadão da Nação A, jurando lealdade, trabalho, compromisso, etc e, no dia seguinte, por qualquer razão, algumas fortes é verdade, mas tantas outras frágeis e quase injustificáveis torna-se o mais &amp;quot;leal&amp;quot; defensor da Nação B e, quando menos se espera, de C. Se trata de uma lealdade inquietantemente efêmera, uma cidadania de papel que se desfaz a qualquer caso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este que aqui escreve, também já teve seu momento de efemeridade nacional, quando deixou uma nação e fundou outra. E não sem alguma culpa, ocupo-me de refletir vez ou outra sobre a procedência das causas que levaram a tal decisão. Enfim, se você é perseguido em seu país, é seu direito ir para outro, afinal, é saudável que esteja onde o querem. Porém, se enfrenta algum desafio em sua nação de origem, por que não ficar e lutar? Afinal, não estamos todos a trabalhar, de alguma forma, por nossa macronação? Não somos todos partícipes, ora concordantes e no mais das vezes discordantes de uma mesma realidade macronacional? A Internet não pode ser o pretexto para a fraqueza de suas convicções, nem para a fuga indiscriminada de uma realidade micronacional para outra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Essa transitoriedade, aliás, essa volatilidade das microcidadanias precisa ser repensada. É preciso que saibamos identificar, de forma concreta, nossa micronacionalidade. Quem serve a dois senhores, serve a nenhum, e o mesmo vale, creio, aos países. Assim, deixo esta discussão que não se esgota, mas prossegue como um questionamento ético, moral mas, acima de tudo, nacional. A lusofonia precisa, urge por compromisso, e esse não pode coexistir onde a lealdade seja apenas um discurso, e não uma prática inconteste.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-1812841929201810811?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/1812841929201810811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/08/cidadania-de-papel-lealdade-efemera-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/1812841929201810811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/1812841929201810811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/08/cidadania-de-papel-lealdade-efemera-o.html' title='Cidadania de papel, lealdade efêmera: o estranho patriotismo micronacional'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-5449454193431146464</id><published>2011-07-19T12:38:00.001-07:00</published><updated>2011-07-19T12:38:15.335-07:00</updated><title type='text'>Micronacionalismo e Microcomunidade: semelhanças e diferenças</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um dos maiores equívocos que podemos elencar no micronacionalismo, talvez seja a confusão que se faz entre o que é uma micronação e o que é uma microcomunidade. Enfim, não foram poucas as nações virtuais que proclamaram sua independência quando na realidade eram apenas microcomunidades, uma reunião de amigos tratando de tudo, menos questões típicas de um Estado Nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vamos entender a diferença: numa micronação há o elemento Estado, o qual tem uma razão e funcionamento próprio que depende de um mínimo de oficialidade, que encerra pois um conjunto de procedimentos de ordem legal e que deve ser seguido. Já uma microcomunidade seria algo próximo de um simples grupo do Orkut - &lt;em&gt;e nesse ínterim, não incluímos micronações orkutianas, as quais possuem a instituição do Estado&lt;/em&gt; -, enfim, um grupo organizado ou não de amigos, contatos profissionais ou correlatos que discutem todo tipo de amenidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Definido, bem grosso modo, é verdade, cada idéia, cabe agora destacar as semelhanças entre ambos. Pois bem, consideremos que uma Micronação possui então um Estado que a representa e governa, porém, no sentido mais amplo, a Nação é também um conjunto social que se reconhece, logo, há aqui incluído também o conceito de microcomunidade. Nâo há como existir uma micronação, de fato, sem uma microcomunidade que nela se reconheça, ou ainda, que reconheça o Estado que a representa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, a relação que se estabelece entre micronação e microcomunidade é, sob esta análise, tão fundamental quanto a existência de um Estado num país virtual. Se trata de um binômio que não pode ser violado, sob pena de que o micropaís se torne mero cartório, cheio de atos oficialescos, ou um mero bate-papo, acéfalo e sem direção.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Porém, as diferenças que se colocam entre os dois conceitos, micronação e microcomunidade, é que são responsáveis por grandes enganos no micronacionalismo lusófono. Imaginem uma micronação que não dá espaço para um pouco de informalidade, onde as pessoas não conversam, não trocam idéias, apenas publicam ofícios e mais ofícios, leis e mais leis, enfim, um mero depósito de oficialidade. Num tal cenário inexiste uma micronação, pois assim como no macromundo, num país, para além dos atos oficiais existe a vida civil e ela precisa ser garantida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De outra via, imaginemos a situação de uma micronação onde tudo o que ocorre são amenidades, onde os membros do Estado não usam dos corretos pronomes de tratamento. Enfim, seria como se não mais existisse a autoridade do Estado, a qual pela lisura deve ser impessoal. Viveríamos, em tal situação, num império da pessoalidade, mais ainda, personalista. Não haveria mais a separação de fato entre o que é público e o que é privado, inexistiria aqui a Nação, subsistindo apenas a comunidade e no caso mais grave, o egoísmo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim, se o binômio micronação-microcomunidade é vedadeiro e inquebrantável, também é verdade que o império de um ou de outro é tão danoso quanto qualquer outro mal que possa afligir a prática micronacional. Não podemos nos dar ao luxo de resvalar seja no excesso de oficialidade, seja no exagero da informalidade. É preciso temperança, equilíbrio e segurança tanto para um, quanto para outro, para que ambas as situações coexistam em harmonia, sem abalar a Nação mas antes, fortalecê-la.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A idéia final: EQUILÍBRIO. Ou como no ditado popular &lt;em&gt;&amp;quot;nem muito ao céu, nem muito ao inferno&amp;quot;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-5449454193431146464?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/5449454193431146464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/07/micronacionalismo-e-microcomunidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/5449454193431146464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/5449454193431146464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/07/micronacionalismo-e-microcomunidade.html' title='Micronacionalismo e Microcomunidade: semelhanças e diferenças'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-3129711454897702316</id><published>2011-03-03T15:47:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T15:49:25.250-08:00</updated><title type='text'>Simulação Inconsequente</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Qual a melhor palavra para resumir a prática do micronacionalismo? Possibilidade. É um grave engano supor que, mesmo no seu caráter modelista, uma micronação seja, &lt;i style=""&gt;ipsis literis&lt;/i&gt;, uma simulação de relações políticas e sociais típicas ao universo macronacional. Não se trata de uma simulação, em absoluto, mas de uma outra realidade, distinta e com dinâmicas próprias.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;É comum, no ambiente micronacional lusófono, a prática de transpor metodologias e realidades do mundo macro ao micro, o que configura não apenas um erro mas, acima de tudo, uma violenta agressão ao micronacionalismo. A tentativa de realizar, no universo micronacional, situações do mundo macro tem, inegavelmente, se mostrado desastrosa.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Consideremos o número impressionante de tratados e convenções completamente esquecidos ou mesmo violados sem qualquer cerimônia. A que serviu o trabalho de redigi-los? Perda terrível de inteligência e tempo. Textos tão enfadonhos e prolixos que aparentemente reduzem o micronacionalismo a uma mal sucedida empresa júnior de direito.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Longe de desmerecer nossos eméritos juristas e bacharéis, o micronacionalismo não pode ser reduzido, simplificado, à uma profusão insossa de capítulos, artigos e parágrafos que mal dizem algo útil sequer a quem os redigiu. A prática micronacional exige, e não apenas pede, uma pluralidade de ações e, acima de tudo, uma visão pragmática, em sintonia com o universo virtual, ambiente por excelência micronacional.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Porém, se nosso "câncer" se resumisse apenas a tentativa ingênua de trazer para o micro o direito macro, nossos problemas seriam simples. Não, se trata de algo mais, se trata de comportamento civil e aí remonta questões de ordem ética e moral que mereceriam longa explanação, o que não é o objeto desta publicação.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;No macromundo - não é mistério - há corrupção, tráfico de influência, compadrio e toda sorte de imundícies éticas que nos fazem duvidar dos destinos de nossa macronação. Porém, será mesmo viável ou, ainda, razoável transpor tais máculas ao micronacionalismo? Talvez o caro leitor esteja questionando-se sobre a "ingenuidade" ou idealismo excessivo do autor desta matéria, porém, como num ótimo filme "idéias não morrem jamais".&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Assim, a idéia de uma lusofonia que se separe das práticas macronacionais nefastas e se aproxime daquilo que agrega qualidade e atividade positiva, não pode ser deixada de lado. Esta é uma idéia que não morre nos corações e mentes de todo aquele que, com justiça, se apresenta como micronacionalista. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Não jogamos War, não somos "RPGistas", tampouco somos anões do orçamento, cafajestes ou corruptos, somos micronacionalistas da lusofonia e nossa missão moral é sustentar padrões de excelência em nosso grupo lingüístico. Não há, não pode haver, espaço para ações notoriamente - no macro e no micro - desonestas, condenáveis. O espírito que nos sustenta é, como no início deste texto, a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;POSSIBILIDADE &lt;/span&gt;de que, ainda que virtualmente, seja possível a formação de uma sociedade ideal e nativamente progressista.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Eis a regra clara e objetiva: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;simular o que é bom, execrar o que nos atrasa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-3129711454897702316?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/3129711454897702316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/03/simulacao-inconsequente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3129711454897702316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3129711454897702316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2011/03/simulacao-inconsequente.html' title='Simulação Inconsequente'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-3815357310952341925</id><published>2010-11-16T18:01:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T18:01:01.708-08:00</updated><title type='text'>8 anos de um sonoro sucesso: a lusofonia é possível!</title><content type='html'>&lt;p&gt;O que são 8 anos no mundo macronacional? Para muitos um breve período. O que são 8 anos no mundo micronacional? Uma vida! Assim o Reino da Itália, primeira e única micronação italiófila na lusofonia chega a seu oitavo aniversário de fundação. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Oras, poderíamos dizer que há um equívoco, pois a micronação criada em 17 de Novembro de 2002, foi o Reino Unido da Sicília. Porém, não há equívoco nenhum, ao trabalharmos com a idéia de que aquele era apenas o primeiro passo de uma longa caminhada cuja glória é celebrada nesta importante data micronacional lusófona. O Reino da Itália é o exemplo claro e vivo de que o micronacionalismo não tolera o momentâneo, de que este fantástico hobbie requer projetos sérios e de longo prazo, pensados de maneira cuidadosa e profissional. Mais do que o aniversário de uma micronação, é isto que podemos comemorar no 17 de Novembro: o êxito pleno de um projeto micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tanto se fala em crise que por vezes acabamos por acreditar ser ela real, afinal, uma mentira dita muitas vezes se torna uma verdade. Porém não há crise, há comodismo, há descrença, há irracionalidade. Nenhuma micronação pode prosperar se seus governantes ou povo nela não acreditam, nenhum país virtual pode se desenvolver se imperar a letargia e desinteresse ou mesmo aquelas vis discussões que levam ao buraco negro do esquecimento e da destruição. O modelo micronacional italiano, contudo, aponta em outra direção, a de que a lusofonia é sim possível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sim, este é um texto micro-italiófilo, tanto que é publicado no dia em que se comemora o aniversário do Reino da Itália micronacional, porém, não se trata de mero ufanismo, longe disso, mas de lançar uma chama de viva esperança a todos aqueles que se sentem sem direção na lusofonia, daquelas nações que parecem amargar uma eterna agonia. Acreditem, nosso micronacionalismo é tão viável quanto real, eis o que prova o a micronação italiana hoje. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Acreditar, agir e planejar, três verbos que jamais devem abandonar a um projeto micronacional. Acreditar que a idéia é possível e de que há meios para realizá-la, mesmo que os desafios pareçam intransponíveis. Agir para inovar, lançar algo especial em sua nação, algo que leve não só aos seus, mas também a visitantes a concluírem de que sua Nação possui alma própria. Planejar cada passo, não se permitindo levar por paixões vãs, mas por convicções e projetos cuja firmeza representem o pétreo alicerce de seu projeto micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, caro leitor, que estes 8 anos de sonoro sucesso do projeto italiano micronacional, celebrados nesse 17 de Novembro de 2010, não sejam apenas uma data microitaliana, mas um marco de que o micronacionalismo lusófono é possível, eis o que prova hoje, mais uma vez, o Reino da Itália.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-3815357310952341925?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/3815357310952341925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/11/8-anos-de-um-sonoro-sucesso-lusofonia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3815357310952341925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3815357310952341925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/11/8-anos-de-um-sonoro-sucesso-lusofonia-e.html' title='8 anos de um sonoro sucesso: a lusofonia é possível!'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-3641775740612399749</id><published>2010-06-28T16:33:00.001-07:00</published><updated>2010-06-28T16:33:36.507-07:00</updated><title type='text'>Profissionalismo, sim! Excessos, jamais!</title><content type='html'>&lt;p&gt;Considerando o grande número de micronacionalistas que, macronacionalmente, dedicam-se às atividades voltadas ao direito e a administração, parece ser uma marca eminentemente lusófona um inchaço no tocante a produção de leis e códigos administrativos. Tal fato, evidentemente, não está dissociado da busca pelo profissionalismo mas, ao contrário, profundamente ligado a ela. Porém, vale questionar até que ponto tais ações trabalham a favor da prática micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não foram poucos os Estados micronacionais que, na ânsia de buscar o profissionalismo de suas ações, literalmente impuseram um tipo de burocracia característica do mundo macro ao micro. Terrível engano. Embora seja extremamente positiva a busca por uma maior profissionalização das práticas micronacionais, tirando-as enfim da adolescência pueril e levando-as a uma adulta consciência, não podemos esquecer que, embora possamos discutir a idéia de “simulação”, as dinâmicas micronacionais são bastante próprias, de modo que nem todas as regras do mundo macro se aplicam a um Estado Micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nesse sentido, embora seja tentadora a produção de leis enormes versando sobre todos os pontos da vida oficial e civil, não podemos esquecer que tais “vidas” se realizam de modo bastante&amp;#160; próprio no ambiente micronacional. Não só pelo número infinitamente menor de súditos ou cidadãos de uma micronação em relação a uma macronação, mas também pelo ambiente digital elevar a velocidade das práticas sociais a algo de longe maior que no mundo macro, não podemos simplesmente realizar a transposição do Estado Macro ao Estado Micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dessa forma, a busca pela profissionalização do hobbie, embora válida e, cremos, necessária, deve passar por uma consciente filtragem sobre o que podemos manter da realidade macro e o que, categoricamente, devemos excluir do mundo micronacional. É preciso o entendimento que a burocracia micronacional deve primar muito mais pelo pragmatismo que pelo prolixismo. De nada adianta uma lei de 100 artigos se a cidadania mal conhece o primeiro. Trata-se de desperdício criativo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, devemos observar o exercício da necessária burocracia estatal micronacional sob um novo olhar, marcadamente objetivo que faça dos textos legais e dos códigos administrativos elementos inteligentes, construídos de maneira imersa à realidade de uma micronação. Excessos não são bem vindos, a medida que, ao invés de favorecerem o Estado, funcionam como verdadeiras catracas, travando o desenvolvimento do Estado e da Nação levando, em casos extremos e não raros, ao fim de um país. Vale a regra de ouro que, no final das contas “menos é mais”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Famílias Peregrina.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;FOLHA PEREGRINA – HÁ UM ANO DISCUTINDO O MICRONACIONALISMO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-3641775740612399749?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/3641775740612399749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/06/profissionalismo-sim-excessos-jamais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3641775740612399749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/3641775740612399749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/06/profissionalismo-sim-excessos-jamais.html' title='Profissionalismo, sim! Excessos, jamais!'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-6290636054708071763</id><published>2010-04-27T15:48:00.001-07:00</published><updated>2010-04-27T15:48:51.628-07:00</updated><title type='text'>A qualquer custo, não!</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um dos grandes desafios do micronacionalismo hoje é a renovação no quadro de micronacionalistas. Os novos apelos são fortes: jogos, redes de relacionamento, eRepublic, etc. Da mesma forma se nosso hobbie requer membros cujo perfil se interesse por política, estratégia e diplomacia, passamos pelo desafio de buscar tais interesses nos novos. É fato, porém, que receber um novo membro é, de longe, muito mais simples do que realmente transformá-lo num micronacionalista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Bem, partindo dessa dificuldade, tem sido um costume receber entre as nações aqueles “antigos” micronacionalistas, na esperança de que estes façam a diferença. Mesmo a Itália participou diretamente desta empresa. Enfim, parece obviamente mais simples receber alguém pronto do que formá-lo do zero. Ledo engano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É fato que a experiência dos antigos é vital, afinal, eles deveriam ser os primeiros na formação de novos quadros micronacionais, contribuindo com sua vivência na formação dos jovens micronacionalistas. Porém, no desespero por alavancar a atividade interna, é comum as nações prometerem mundos e fundos para que novos juntem-se a seu conjunto de súditos ou cidadãos. Está aí um erro que pode ser fatal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma nação não é um súdito ou cidadão em especial, mas o conjunto deles, os quais trabalham em sintonia com seu Chefe de Estado. Portanto, não deveríamos eleger “salvadores da pátria” mas sim integrar os “antigos” da mesma forma que os novos, sem privilégios, mas com deveres inerentes a real lealdade deles para com a nova pátria micronacional. Sempre é útil insistir: “lealdade não é um produto, para ser comprado, tampouco vendido”. Se alguém se oferece em troca de títulos ou vantagens, simplesmente exclua essa pessoa de seus contatos. Ela não trabalhará como você espera e, na menor insatisfação, o abandonará.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não precisamos buscar crescimento a qualquer custo, não, devemos sim promovê-lo através de políticas sérias de formação. Aproveitar melhor a experiência de nossos “antigos” na formação dos novos quadros micronacionais. E que não se permitam enganar achando que o resultado dessa política é rápido e certo: não é! É preciso paciência, esta, aliás, uma das virtudes fundamentais a prática micronacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se as nações da lusofonia voltarem ao eixo, abandonando o desespero e desistindo daquela filosofia do “salve-se quem puder”, abraçando serpentes como se fossem bóias salvadoras, promoveremos nosso Renascimento Micronacional. É preciso evoluir, e não só com relação ao aspecto técnico, mas especialmente no viés do comportamento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-6290636054708071763?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/6290636054708071763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/04/qualquer-custo-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/6290636054708071763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/6290636054708071763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/04/qualquer-custo-nao.html' title='A qualquer custo, não!'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-4495521911823069188</id><published>2010-03-04T09:44:00.001-08:00</published><updated>2010-03-04T09:44:38.580-08:00</updated><title type='text'>Listas de E-mail vs WEB Fóruns: uma indefinição microlusófona</title><content type='html'>&lt;p&gt;Diz o ditado popular: &amp;quot;Quem vive de passado, é museu!&amp;quot;. Bem, seja como for, o passado obviamente nos é importante, ele nos diz, afinal, sobre o que a espécie humana tem feito neste mundo desde que dela se tem notícia. Como professor de história, macronacionalmente, jamais diria que o passado não é fundamental, que não é, pois, um elemento constitutivo das relações sociais do presente. Entretanto no micronacionalismo, há que se pensar até onde devemos enaltecer o passado e quando precisamos olhar o futuro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O micronacionalismo é exercido de formas bastante diferentes, na lusofonia e em todos os demais grupos linguísticos, de modo que afirmar que só há uma forma possível em seu exercício é má fé ou desconhecimento de causa. Enfim, partindo do pressuposto que não há uma singularidade, mas antes um pluralismo de idéias e possibilidades na prática micronacional, também podemos discutir por que ainda algumas formas de comunicação, por exemplo, permanecem estanques, a despeito da tecnologia que se reinventa a cada dia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, e pensando justamente no tocante às tecnologias de comunicação no micronacionalismo lusófono, creio que vale a discussão sobre o ainda amplo uso das famosas listas de e-mail. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se observarmos o que acontece em outros grupos linguísticos, por exemplo, veremos que lá a idéia parece ultrapassada, a medida que são os WEB Foruns a grande estrela. Um exemplo clássico desse caso, e que conheço, é o da italofonia, a qual se dá também via foruns, e não mais através de e-mails. Enfim, estamos nós na contramão? Perdemos, será, o bonde da história? Difícil dizer, afinal, como já comentei, não há apenas um micronacionalismo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Seja como for, não escondo que este texto defende a substituição das listas de e-mail por web forum próprio, das nações. Assim, permitam-me que use como exemplo dessa experiência a micronação a qual pertenço, o Reino da Itália. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A micronação italiana tem usado apenas e tão somente WEB Fórum em suas comunicações desde março de 2006, portanto há exatos quatro anos. Não foi simples a migração, é verdade. Naquela ocasião a maioria dos súditos italianos eram já micronacionalistas acostumados a listas, cuja adaptação se tornou um desafio a Coroa. No princípio a queda no número de mensagens foi notória e brusca, assustando, sem sombra de dúvidas, num primeiro momento. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Passada a fase de adaptação, ainda no antigo portal italiano, o Sicilia IV, foi a hora de dar o passo adiante, com um sistema mais sofisticado, que possibilitasse ainda maior interação, foi quando veio o Sicilia V, atual portal Italiano. Pelo novo sistema a migração estava completa, oferecendo uma plataforma com WEB Forum, WEB Chat, Mensagens Privadas e Rede de Perfis. Hoje só há uma lista na Itália, na qual não há qualquer discussão, ela é apenas um repositório de atos de governo, enfim, um tipo de biblioteca, nada mais. Trata-se da Trinacria. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje a Itália é uma micronação de micronacionalistas que nasceram italianos, de modo que a adaptação tem sido ainda mais simples. Como disse anteriormente, ao implantar o WEB Forum, o número de mensagens caiu, bastante. Porém, hoje a decisão tem se mostrado acertada, a medida que o sistema nos trouxe resultados bastante positivos. Vejamos alguns. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se numa micronação cada setor tem de ter sua lista, num web forum isso é desnecessário, bastando criar sub-foruns e definir seus níveis de acesso. Tudo é central. Da mesma forma, observa-se claramente que a redução do número de mensagens deu espaço a uma abrupta elevação qualitativa das que são enviadas. Pouco do que se envia, na Itália, não está devidamente contextualizado a alguma discussão maior. Responder a um e-mail é algo quase instantâneo, o que estimula off-topics e aquela explosão de mensagens que poderiam ser enviadas apenas a uma pessoa, mas que todos acabam sendo obrigados a receber. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Itália, por exemplo, vive uma situação bastante interessante há mais de um ano: uma estabilidade praticamente inquebrantável de sua atividade. Mês a mês o número de mensagens tem sido em torno de 450, com oscilações praticamente irrelevantes, para mais e para menos. Não há picos nem quedas, mas um contínuo que por sua vez é acompanhado por um amadurecimento no conteúdo do que é enviado. Efeito do WEB Fórum? Não tenho razões para crer que não. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim, se a lusofonia vem patinando há alguns anos, seguramente não é por usar ou não web foruns, isso seria absurdo afirmar, porém quem sabe não seja o momento de dar o passo adiante? Não terá chegado a hora mudar concepções e formatos em favor de uma lusofonia em maior consonância com o novo momento? Seja qual for a resposta de cada, creio que a discussão merece cuidado, mais ainda, atenção.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-4495521911823069188?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/4495521911823069188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/03/listas-de-e-mail-vs-web-foruns-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/4495521911823069188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/4495521911823069188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/03/listas-de-e-mail-vs-web-foruns-uma.html' title='Listas de E-mail vs WEB Fóruns: uma indefinição microlusófona'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-9169693076566608708</id><published>2010-01-22T19:14:00.000-08:00</published><updated>2010-01-22T19:18:25.539-08:00</updated><title type='text'>No tempo em que lealdade e honestidade não tinham medida...</title><content type='html'>No micronacionalismo tudo parece, por vezes, se tornar mais mecânico do que se imagina. Mesmo quando ocorrem aquelas discussões mais acaloradas, onde a impressão que se tem é que se um pudesse, enforcaria o outro com o cabo do mouse, ainda assim há qualquer coisa que nos escapa neste inebriante, mas as vezes também alienante, hobbie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática micronacional envolve elementos formacionais de grande importância, e é capaz de agregar novos e interessantes conhecimentos ao micronacionalista. Eis a parte boa. Porém, o que acontece quando mecanizamos todo o processo, pretensamente seguros pela anonimidade quase cínica da Internet? Nesse momento, caro leitor, é que entramos num tipo de limbo que cresce nas entranhas desse hobbie há tempos: a deslealdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja, não vamos nem muito ao céu, nem muito ao inferno, apenas ao ponto que nos permita fazer uma crítica minimamente razoável a algumas debilidades do hobbie. Nesse sentido, imagine o quão complicada é a construção de sentimentos como lealdade e confiança entre pessoas que estão interligadas por centenas de milhares de quilômetros de cabos, mas sem nunca terem acesso ao famoso "olho no olho". É mais fácil trair quando não se sabe, ao certo, a quem. Mais ainda, é muito mais "inconsequente" enganar o que não se vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o elemento primordial pelo qual se dá a prática micronacional hoje, a Internet, ao tempo que aproxima pessoas milhares de quilômetros distante, também transforma uma enganosa anonimidade em um veneno que a ninguém serve. Ao contrário, envenena a vítima e o, por assim dizer, agressor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense quantas vezes você ouviu coisas do tipo: "-Ah, fulano é honesto demais!"? Ora, será que honestidade e lealdade possuem níveis? Não serão afinal conceitos absolutos. Podemos dizer sem medo que não se pode medir um valor como honestidade ou lealdade. Ninguém é mais ou menos honesto, ou se é, ou não. O que varia é o conceito de moral e ética, os quais amplamente discutidos pela filosofia por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, caro leitor, nos cabe hoje, neste ambiente virtualmente cada vez mais interacionista, discutir o micronacionalismo não do ponto de vista de uma coleção infindável de leis, tratados e articulações políticas. É preciso que recoloquemos este hobbie ao patamar que lhe é natural pelo óbvio ululante, ou seja, como uma prática de interação social sofisticada, onde você não está falando com uma máquina, mas com outra pessoa, distante quilômetros de você, mas com medos, alegrias, tristezas e esperanças como as suas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito mais coisas que nos aproximam, do que coisas que nos separam, basta apenas parar e pensar calmamente para perceber isso. Portanto, micronacionalista, trate a seu colega como outro ser humano, faça dele um aliado pela semelhança mais do que um inimigo pela inabilidade em tratar a diferença. Já dizia Blaise Pascal (1623 - 1662) que "O homem está sempre disposto a negar tudo aquilo que não compreende". Então se permita conhecer e si e ao outro. Acreditem, com um pouco de boa vontade, espírito racional e humanidade, a lusofonia sairá das fraudas para uma ampla e saudável maturidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Labrus Peregrinus&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Patriarca da Família Peregrina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-9169693076566608708?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/9169693076566608708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/01/no-tempo-em-que-lealdade-e-honestidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9169693076566608708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9169693076566608708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2010/01/no-tempo-em-que-lealdade-e-honestidade.html' title='No tempo em que lealdade e honestidade não tinham medida...'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-9142480666951197036</id><published>2009-12-06T09:31:00.001-08:00</published><updated>2009-12-06T09:31:37.707-08:00</updated><title type='text'>Diplomacia feita a tapas…</title><content type='html'>&lt;p&gt;Diplomacia. O dicionário define como&lt;em&gt; &amp;quot;ciência das relações exteriores ou negócios estrangeiros de Estados&amp;quot;&lt;/em&gt;. Porém, será que assim o é no micronacionalismo lusófono. Será de fato que as relações intermicronacionais se dão de modo a fazer jus a uma ciência, com um método bem definido e diretrizes seguidas seriamente? &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Creio que podemos refutar, sem resvalar em excessos, que a diplomacia, no micronacionalismo lusófono se dá &amp;quot;&lt;em&gt;a tapas&lt;/em&gt;&amp;quot;. Não foram uma ou duas vezes apenas em que assistimos, por exemplo, a querelas pessoais degringolarem em assuntos de Estado, numa clara confusão do interesse público e privado. Embora o Estado seja uma criação humana ele, em si, não é humano, não tem e nem pode ter sentimentos, funciona como uma máquina, com regras que devem ser estritamente seguidas. Assim, não cabe transformar a instituição estatal em vazante para dissabores de natureza pessoal. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Negócios de Estado devem ser tratados como tal, com pragmatismo e seriedade invioláveis. Pouco importa ao Estado se gostamos ou não deste ou daquele indivíduo. A máquina estatal só cabe saber no que esta ou aquela medida a tornará mais forte ou lhe cederá maior vantagem ou responsabilidade. Um Estado não pode, em hipótese alguma, permanecer refém da inconstância emotiva de um ser humano, sob pena de fragilizar toda a máquina e, por conseguinte, o próprio corpo da Nação. Sim, isso parece duro demais, porém devemos insistir: &amp;quot;&lt;em&gt;O Estado é feito por humanos, porém não é outro ser humano&lt;/em&gt;&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Partindo do pressuposto de que ciência envolve método e um estudo profundo, a diplomacia também não pode ficar a mercê de oscilações de humor ou de personalismos, ela está além disso. Agir diplomaticamente significa, antes, estar sob o império da razão. Logo, o que tem sido feito no micronacionalismo, ao longo de anos, transformando antipatias em crises intermicronacionais, assinando tratados como se enviássemos um cartão de natal é realmente temerário. Há que se repensar tais atitudes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje a lusofonia vive uma quase nulidade de relações intermicronacionais, talvez por que tenhamos perdido algo no caminho - e que precisamos recuperar -, ou talvez por que banalizamos a diplomacia, tornando-a algo severamente inferior quando, na realidade, ela é uma quintessência do micronacionalismo. Já é hora de abandonarmos nossa adolescência micronacional e partirmos a algo maior, algo que prime por relações sérias, bem discutidas e acima do indivíduo o qual, jamais, deve estar acima do conjunto da Nação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Diplomacia não se fará, com sucesso, a tapas, nem tampouco com acordos de amizade que não dizem a que vieram nem para onde vão, caindo no vazio dos arquivos micronacionais. O exercício diplomático clama, urge por profissionalismo, por seriedade e, acima de tudo, por impessoalidade, pela distinção clara entre o que é público e o que é privado. Eis aqui nosso desafio: &lt;em&gt;o desenvolvimento de uma real política diplomática entre as nações.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Patriarca da Família Peregrina&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-9142480666951197036?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/9142480666951197036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/12/diplomacia-feita-tapas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9142480666951197036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/9142480666951197036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/12/diplomacia-feita-tapas.html' title='Diplomacia feita a tapas…'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-251852002183351261</id><published>2009-10-24T07:07:00.001-07:00</published><updated>2009-10-24T07:07:34.568-07:00</updated><title type='text'>Micronacionalismo e RPG</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quantos micronacionalistas, ao tentarem explicar a alguém o que é este&amp;#160; hobbie, jamais usaram comparações com os famosos RPG´s? Certamente a extensa&amp;#160; maioria, senão todos, usaram tal argumento. Creio que não se pode negar, de&amp;#160; todo, alguma semelhança entre ambos, entretanto longe de serem iguais eles&amp;#160; são, em essência, irreconciliávelmente diferentes. Enquanto que no RPG, você&amp;#160; joga, no micronacionalismo, você vive. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Talvez seja essa a essência básica da diferença entre ambos os hobbies. No&amp;#160; RPG, sobretudo por fazer uso de recursos imponderáveis, como dados, por&amp;#160; exemplo, o recurso da sorte é constante. Já no caso do micronacionalismo,&amp;#160; tal premissa não se mostra válida, haja vista que, organizado como uma&amp;#160; sociedade real no mundo virtual, o micromundo decorre de relações sociais&amp;#160; reais, com sua dinâmica caótica. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No RPG há, de certo modo, uma concepção teleológica, na qual todos os&amp;#160; personagens caminham para um ponto final, em que se dá a vitória ou a&amp;#160; derrota. Esse &amp;quot;&lt;em&gt;telos&lt;/em&gt;&amp;quot;, no micronacionalismo, simplesmente não existe, a&amp;#160; medida que, como experiência de vida social, nada é pré-determinado, nada&amp;#160; ocorre numa linha absolutamente retilínea, sem asperezas e irresistível. O&amp;#160; micronacionalismo é, por excelência, o espaço do imponderável, mas não no&amp;#160; sentido que se reserva à sorte, mas à própria experiência imprevisível de&amp;#160; viver. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sim, podemos, no micromundo, usar de recursos virtualistas, como mapas&amp;#160; habitacionais, empresas aéreas e demais recursos imaginativos, entretanto&amp;#160; tais entes se configuram apenas como exercício de imaginação. O cerne da&amp;#160; práxis micronacional está, creio, nas relações sociais que se estabelecem&amp;#160; entre os participantes deste hobbie. Micronacionalismo pode ser entendido,&amp;#160; antes de mais nada, como um exercício social.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, ao contrário do RPG, no micromundo vale ouro a capacidade retórica e de oratória, a habilidade no trato social e, claro, nossa intimidade com a discussão política e o exercício de diplomacia. Sim, eis o que, pessoalmente, considero como a quintessência do micronacionalismo: &lt;em&gt;um exercício constante de inteligência, política e diplomacia.&lt;/em&gt; Dessa forma, o micronacionalista deve estar sempre disposto à discussão, à defesa tenaz de um ponto de vista e à formação de uma rede social que, independente da sorte de dados jogados em uma mesa, lhe possibilite a ascensão dentro da micronação. Como tudo o mais na vida macro, também no micro há que se reconhecer e recompensar o empenho deliberado e não a sorte imponderável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Labrus Peregrinus    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-251852002183351261?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/251852002183351261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/10/micronacionalismo-e-rpg.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/251852002183351261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/251852002183351261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/10/micronacionalismo-e-rpg.html' title='Micronacionalismo e RPG'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-5549006077633612465</id><published>2009-08-06T20:26:00.001-07:00</published><updated>2009-08-06T20:26:08.252-07:00</updated><title type='text'>O desafio do modelo italiano micronacional</title><content type='html'>&lt;p&gt;Em março de 2006, o então Reino das Duas Sicílias lançava o portal Sicilia IV, baseado no CMS PHP-Nuke. A partir daquele momento, o destino do que hoje é o Reino da Itália era alterado definitivamente, pois aquela nação abandonava completamente o uso de listas em suas comunicações e adotava exclusivamente um sistema de WEB Fórum integrado ao sistema principal. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje, a Itália está no Sicilia V, um portal realmente robusto e com uma gama enorme de funções aos Súditos da Coroa e também a visitantes. Da mesma forma que em 2006, os italianos hoje permanecem firmes no uso de WEB Fórum. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entretanto, como em toda mudança drástica, houve resistência na época de implantação do primeiro portal. Aliás, cabe ressaltar que ainda na época do Reino Unido da Sicília, já havia sido experimentado o WEB Fórum como forma de comunicação, antes ainda do extinto Sacro Império Pontifício Vaticano, a primeira micronação lusófona a utilizar oficialmente um portal CMS. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas por que atenho-me a comentar das características técnicas do modelo italiano micronacional? Simples, por que a partir dele deriva todo um ambiente que refundou as bases daquela que foi a primeira micronação italiófila da lusofonia. Poderia parecer tolice, é claro, relacionar um portal ao destino de uma micronação, porém não o é quando observamos o histórico italiano daquela época até o presente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após a implantação do WEB Fórum e a extinção de todas as listas de discussão por e-mail, exceto Trinacria, que permanece apenas como arquivo de atos de governo, realmente se observou uma tendência a diminuir, num primeiro momento, o número de mensagens enviadas pelos Súditos da Coroa. Essa diminuição, aliás, em vários momentos, chegou a números críticos, porém, como para toda grande mudança, ela só se efetiva na insistência e na fé de que foi tomada a decisão correta. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje, a Itália tem alcançado, por exemplo, a partir do último mês, uma média mensal de mensagens que oscila entre 900 e 600 por mês dividas entre 18 súditos que efetivamente são considerados ativos. Porém esse número pouco, ou nada importa, quando passamos a um segundo critério: a pertinência das mensagens. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com a implantação do WEB Fórum houve uma significativa queda no número de mensagens &lt;em&gt;off-topic&lt;/em&gt; para quase zero. Foi quase o fim daquelas mensagens de uma linha para dizer apenas &amp;quot;olá&amp;quot;, &amp;quot;bom dia&amp;quot;, etc, as quais em geral representam um número, mas não uma ação efetiva, mensagens que poderiam ser dedicadas a um sistema de Chat que a Itália, inclusive, mantém com crescente êxito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Podemos relacionar o crescimento substancial na qualidade das mensagens quando pensamos que pela natureza do Fórum, integrado ao portal, o usuário lê e responde apenas os tópicos que efetivamente o interessam. Não acontece, por exemplo, a desagradável situação, comum a listas, do usuário receber &amp;quot;zilhões&amp;quot; de mensagens que nada lhe dizem respeito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Porém, uma mudança realmente drástica no modelo italiano micronacional foi a reorientação sobre o que se considera como súdito ativo. Na Itália é ativo não apenas aquele que envia mensagens, mas também aquele que efetua seu login no portal e que, portanto, mantém-se informado sobre o que acontece na nação. É portanto uma aproximação do sentido de atividade macronacional, a qual se representa tanto pelo sujeito político - que efetua a ação - como pelo indivíduo que, interessado, lê um jornal diariamente. É cidadão aquele que fala, mas também aquele que ouve, ou, no caso micronacional, lê. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse modelo italiano micronacional, claro, ainda enfrenta desafios, em especial o de aumentar de forma significativa o número de súditos, porém confirma-se pleno de êxito com base na análise qualitativa, refutando assim a mensuração quantitativa. Desafios se colocam, e não são fáceis, porém, a Itália micronacional demonstra, ao longo de 3 anos de mudança, que reinventar é possível, diria até, necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Labrus Peregrinus   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Dinastia Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-5549006077633612465?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/5549006077633612465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/08/o-desafio-do-modelo-italiano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/5549006077633612465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/5549006077633612465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/08/o-desafio-do-modelo-italiano.html' title='O desafio do modelo italiano micronacional'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-462064132590742069</id><published>2009-07-07T14:03:00.001-07:00</published><updated>2009-07-07T14:03:24.035-07:00</updated><title type='text'>A construção da Majestade</title><content type='html'>&lt;p&gt;O micronacionalismo lusófono tem, na micromonarquia, sua forma de governo mais comum. Entretanto, nem sempre é clara a distinção entre portar a coroa e agir com majestade. Não é, pois, um decreto, um ato oficial ou a mera visão do trono que faz o rei/rainha, mas sim, o modo segundo o qual usa o poder que o cetro lhe confere. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Rei é um produto social, é construído, assim como a própria noção de monarquia, de um único soberano que representa o conjunto da Nação e a chefia do Estado. Assim, mesmo no micromundo, a majestade é um processo lento de construção. Como um bom vinho tinto, o Rei deve ser capaz de ganhar o devido corpo moral, de consolidar a própria autoridade apenas na força de seu nome. A autoridade do monarca não surgirá a partir do mero exercício do poder, mas sim, da altivez com que o exerce. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não é permitido ao Rei a paixão em suas ações, mas a razão, dela depende o bom andamento do Estado. Portanto, não cabe ao monarca abandonar a dignidade do trono e envolver-se em qualquer discussão que possa dilapidar Sua Majestade. Também vale lembrar que é a Majestade fonte do poder e não este daquela. O soberano que porta a Coroa não pode usá-la no seu próprio interesse, mas no mais alto objetivo do Estado-Nacional a que representa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao contrário do que se possa imaginar, pelos tantos equívocos realizados em nome do trono, o monarca deve ser o primeiro a estar disposto a anular suas vontades em função daquilo que seus leais súditos desejam. A Majestade se eleva no ato supremo do altruísmo do monarca para com seu país. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;São igualmente fracos, igualmente vulneráveis, os reis que amam o poder ou que o temem. O poder deve ser entendido de forma pragmática e objetiva. O apego do monarca para com ele deve ser meramente casual, apenas na hora em que o Estado-Nacional dele necessita. Como dizia o grande Napoleão Bonaparte: &amp;quot;&lt;em&gt;Ou dou uma ordem, ou fico quieto&lt;/em&gt;&amp;quot;, da mesma forma que, ainda segundo o imperador dos franceses, sobre a real natureza: &amp;quot;&lt;em&gt;O trono é um pedaço de madeira coberto de veludo&lt;/em&gt;&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, a Majestade, como sentimento de ação, como representação de um poder consciente de si e de suas inegociáveis responsabilidades, deve ser construída sobre o sagrado altar da altivez das ações. Um Rei não discute, se pronuncia. Um Príncipe não acha, decide. Um monarca não se leva pela paixão, se orienta, antes, pela razão e pela qualidade da ponderância.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Patriarca da Casa Peregrina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-462064132590742069?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/462064132590742069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/07/construcao-da-majestade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/462064132590742069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/462064132590742069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/07/construcao-da-majestade.html' title='A construção da Majestade'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3955700636206239238.post-7798484825610580051</id><published>2009-06-28T09:32:00.001-07:00</published><updated>2009-06-28T16:55:04.072-07:00</updated><title type='text'>Esquecendo definições micronacionais</title><content type='html'>&lt;p&gt;Micronacionalismo. Não foram poucas as vezes em que tantos tentaram definir a forma geral de seu exercício. Vã tentativa. Não se trata esse hobbie de um conceito absoluto e inquestionável, não há afinal apenas um e tão somente um modelo micronacional mas, antes, vários. Ainda que consideremos raízes micronacionais, para o caso de nações que surgem a partir de outras, também poderemos verificar especificidades que tornam cada Estado, único. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dessa forma, considero que estaríamos comentendo um erro primário, ao afirmar que seja possível estabelecer, com certeza, o &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt; do micronacionalismo. Suas inúmeras nuances cintilam numa infinidade de possibilidades que se entrecruzam formando novas e inesperadas estruturas micronacionais. Isto posto, cabe afirmar que a multiplicidade de modelos em atividade e já extintos, aponta na direção de que o micronacionalismo, mais do que ser representado por pontos convergentes, se estabelece numa lógica de verdadeiras linhas paralelas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se partirmos do pressuposto de que o hobbie micronacional pode ser entendido na forma de uma ciência humana, e que, portanto, se realiza no campo da inexatidão e do caótico, seu exercício pode ser discutido sob o ponto de vista que, nele, não há previsibilidade. É neste ponto que encontramos, creio, aquilo que faz dessa atividade algo inebriante ao tempo que, como disse-me um colega, também o faz “algo para poucos”. A atividade micronacional requer antes de mais nada imaginação, fonte para o curioso gênio criativo do micronacionalista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro ponto a ser considerado no debate sobre a natureza do micronacionalismo é o desejo pelo confronto. Talvez seja esse espírito de embate intelectual que move a formação de novas estruturas micronacionais. A questão que se interpõe nesse caso, como uma lança a atravessar nossas consciências, é até que ponto tal confronto terá uma natureza salutar, como formador de novas estruturas e quando ele se torna apenas e mera discussão pessoal e ofensa à dignidade individual e coletiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao contrário do que possamos imaginar, acredito que vivemos a adolescência do micronacionalismo lusófono. Como é de se imaginar em tal fase, o desejo pelo confronto amplia-se a níveis perigosos, o que é preciso observar com atenção. Porém, há algo de interessante na adolescência, trata-se, afinal, de uma fase de duro amadurecimento, onde o indivíduo deve fazer escolhas sobre seu &lt;em&gt;ego. &lt;/em&gt;Indefinições clamam por serem sanadas, eis aquilo a que poderíamos considerar nossa primordial tarefa nesse momento: &lt;em&gt;definir escolhas&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por fim, mais que lançar-se a busca inglória por uma definição absoluta para o micronacionalismo, devemos esquecer todas as definições anteriores e criar algo novo, algo que seja minimamente plausível num ambiente que se propõe crítico mas que vive, hoje, uma crise de consciência. Temos um dever para com este hobbie, o de mantê-lo vivo em toda sua pluralidade, livre de amarras, longe de conformações, pleno de indagações sérias, úteis e desafiadoras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Labrus Peregrinus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Patriarca da Família Peregrina.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3955700636206239238-7798484825610580051?l=folhaperegrina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/feeds/7798484825610580051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/06/esquecendo-definicoes-micronacionais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/7798484825610580051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3955700636206239238/posts/default/7798484825610580051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://folhaperegrina.blogspot.com/2009/06/esquecendo-definicoes-micronacionais.html' title='Esquecendo definições micronacionais'/><author><name>Labrus Peregrinus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330023304215315438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
